sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Viagem Antropológica do Odeere: contemplação, fé e conhecimento

Fotografia, do grego “fós” (luz) e “grafis” (pincel), basicamente significa “desenhar com a luz”. Muito antes dessa descoberta as pessoas alimentavam grande fascínio em poder registrar suas memórias e eternizá-las às futuras gerações. Os desenhos rupestres são exemplos disso.
Com o advento fotográfico foi possível dominar a luz não só para congelar um recorte do tempo numa fração de segundos, mas também alimentar lembranças de um passado mitificado e das ações humanas sobre a natureza. O homem passa assim a ter uma segunda existência, que pode ser acessada, contemplada e estudada ainda que na sua ausência.

SOBRE A REPORTAGEM FOTOGRÁFICA:

Nestes slides proponho relembrar alguns momentos que foram captados pela minha teleobjetiva. As composições dão conta da viagem antropológica da comunidade ODEERE – Órgão de Educação e Relações Étnicas da UESB, Campus de Jequié/BA.
A viagem ocorreu entre 4 a 6 de dezembro de 2010. Teve como finalidade a práxis dos alunos dos cursos de Ditádica e Extensão para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira. Cumprindo assim, um percusso pelo centro de Salvador e cidades do Recôncavo, onde serviram de comtemplação a fé, os paços históricos e sagrados, a paisagem, memória e seu povo.
Link do álbum da viagem antropológica

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